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 Será a beleza da mulher fundamental

 na sociedade?

 

 

O EDITOR

Será a beleza da mulher essencial na sociedade?

 

Se há algumas décadas a beleza exterior tinha na sociedade um papel secundário, hoje é quase sinónimo de obrigatoriedade. Os factores são muitos mas todos têm um ponto em comum: promover a beleza em prol da sociedade.

 

Em nome da beleza praticam-se verdadeiras atrocidades. Entre dietas que duram uma vida, roupas que impedem a boa circulação sanguínea, maquilhagem que torna uma mulher em realidade virtual, cirurgias em muitos dos casos fatais... E para quê? Porquê?

 

Um dos factores que muito tem contribuído para este estereótipo é, sem sombra de dúvida, a comunicação social. A proliferação de revistas da moda, a publicidade, a televisão, são os principais factores que colocam as mulheres mais simples em segundo plano

 

No entanto, a beleza ajuda bastante para uma aproximação sendo que a partir daí o que importa é a capacidade de entreter a outra pessoa com uma conversa interessante, divertida. De nada adianta a beleza se n hora da verdade não sabem usar o cérebro

 

O que as pessoas não podem esquecer é que alguém que é muito belo e não tem nada a oferecer interiormente é pior do que alguém que não tem tanta beleza mas o interior é repleto de coisas bonitas.

 

Senão vejamos: um elemento de um determinado sexo é dono de uma beleza rara e, obviamente (segundo os padrões actuais), procura e casa com alguém semelhante. Mas o que existe entre ambos não será algo mais do que um sentimento platónico que se dissipa com o decorrer dos anos. E depois?

 

O facto é que algumas pessoas não acham que seja essencial. É óbvio que não só mulheres, mas qualquer pessoa de qualquer sexo tem que cuidar da sua aparência. mas muitas das vezes o que é bonito para uns pode não ser para outros.

 

Afinal, a beleza está nos olhos de quem a vê.

 

E você leitor, qual a sua opinião sobre o assunto?
 

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"Eu penso, logo existo" -  segundo Descartes. Mas ao contrário, eu penso logo escrevo, uma vez que acredito na liberdade de pensamentos e estou certo que, com a minha experiência da vida, devemos todos exprimir o que nos vai "na alma". Só assim poderemos ser de facto livres de espírito. Não acredito que a escrita atinja alguém cujo "eu" esteja em paz.

 

Paulo Costa

 

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