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A GRANDE
INFLUÊNCIA E PODER DA MODA
De acordo com uma pesquisa feita pela firma Best
Global Brands, chegou-se à conclusão de que entre as 100 marcas mais valiosas,
14 ocupam lugar na indústria da moda.
A famosa marca Louis Vuitton ocupa o melhor lugar nesta pesquisa em 16º lugar. S
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DUCHE A ALTA ALTITUDE
Entre as milhares de propostas que nos oferece a internet e as
inumeras agências de viagem, o ideal é termos a certeza do serviço
prestado. A grande maioria dos mortais procura uma viagem
confortavel, normalmente de avião pela rapidez e conforto que nos
proporciona.
Mas o
mais importante no momento de programar uma viagem, é saber quando partimos,
quando chegamos, e o principal, quanto tempo vai demorar. Pois bem, a companhia
aerea Emirates procura solucionar os problemas dos seus clientes sem olhar a
meios.
O
aparelho Airbus 380 tem à disposição dos passageiros que viagem em primeira
classe de um chuveiro. Cada passageiro pode usufruir de um duche com a duração
máxima de 5 minutos, o tempo ideal para refrescar o corpo ou ainda recompor-se
para a aterragem. Isto sim, é luxo.
Não
obstante viajar de avião hoje em dia estar praticamente ao alcance de todos, o
mesmo não se pode dizer deste voo de sonho cujo valor é a módica quantia de…
18.000 dólares (cerca de 12.000 euros).
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OS
DIAMANTES SÃO ETERNOS
Não vale a pena ficar incrédulo, é mesmo uma chupeta. Não é nenhuma miniatura,
nenhum brinquedo, mas sim o que parece. Uma chupeta em tamanho natural.
Está
confeccionada com ouro branco de 18 quilates e ainda 279 diamantes incrustados
com mais de 3 quilates. Esta joia existe e foi desenhada e criada para uma
clientela muito seleta, que personaliza a feliz ocasião do
nascimento de uma
criança com esta aquisição.
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O ESPARTILHO
Mais do que uma
peça de roupa íntima da mulher ocidental, associada ao erotismo, repressão e
dor, o espartilho moldou o corpo feminino de acordo com a história de cada
período. Ele atravessou quatro séculos, sobreviveu a regimes políticos,
mudanças de comportamento e cultura, guerras e diferenças sociais.
Apesar de causar sérios problemas de saúde, o espartilho era considerado
pela aristocracia um sinal de superioridade, já que era um obstáculo ao
trabalho. A mulher modesta usava um corselete medieval, atado por cordões
pouco apertados e amarrado na frente, ao contrário do corpete aristocrático,
atado por trás, que exigia a ajuda de empregados. Mais importante do que a
própria saúde, o uso do espartilho marcava a necessidade de se distinguir do
povo.
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ASSIM NASCEU BARBIE
A Barbie
foi criada por Ruth Handler e pelo
seu marido Eliot em 1936, sendo
esta uma ideia de Ruth que sempre via a sua filha Bárbara a brincar
com bonecas de papel que trocavam de roupa. Foi então que lhe
surgiu a ideia de criar uma boneca que trocasse de roupa que
estivesse sempre na moda assim como com uma feição adulta diferente
das bonecas da época.
Encomendada ao
designer Jack Ryan, em 1958, foi lançada
oficialmente na Feira Anual de Brinquedos de Nova York,
a 9 de Março de 1959. A imagem da Barbie sempre foi a de uma top model, símbolo de
beleza e juventude.
Ruth e Eliot Handler
eram donos da empresa de brinquedos
Mattel, fabricando então a Barbie que foi
vendida a 3 dólares (cerca de 2 euros) tendo sido feitas 340.000 bonecas do
primeiro exemplar
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MODA JAPONESA
No Japão, andar nas ruas é quase como estar num desfile de moda. Isto porque
moramos numa cidade do interior que por acaso é a capital! Principalmente no fim
de semana, vemos os mais variados estilos circulando totalmente à vontade pelas
ruas e shoppings, sem que as pessoas fiquem a olhar ou comentando pelos cantos.
Além das roupas coloridas, por vezes sem qualquer combinação, os cortes de
cabelos também chamam a atenção.
Alguns dos homens japoneses vão às lojas de departamento feminino e, se gostarem
de uma peça de roupa, provam e levam. Assim, não é difícil de encontrar nas ruas
aqueles que se vestem com jaquetas ou calças do sexo oposto!
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ITÁLIA TEM PRAIA
SÓ PARA MULHERES
Riccione, no norte da Itália, abriu uma praia
exclusiva para mulheres. Conhecida como a praia "cor-de-rosa", o local proíbe a
presença masculina e teve a infra-estrutura elaborada para promover o bem-estar
e o conforto das mulheres. Um cartaz colocado na entrada avisa aos visitantes
que o acesso aos homens está interditado e, de longe, é possível ver as
diferenças entre a praia "cor-de-rosa" e as demais praias italianas.
Diversas formas de
entretenimento, como cursos de cozinha e aulas de ginástica fazem parte da
programação e, nas tardes de domingo, cabeleireiros, esteticistas, manicuras e
esteticistas estão à disposição das frequentadoras.
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O SALTO ALTO ELABORADO
É UMA INVENÇÃO DE LUÍS XIV
Yves Saint-Laurent criou um modelo de salto acrílico
transparente com enfeites dourados no seu interior, lembrando um
aquário sob os pés. Mas na realidade, foi o Rei de França Luis
XIV, o Rei Sol, que lançou a moda. Ele usava salto, devido à sua
estatura. Para completar o "look" ele ordenava que nos seus
saltos fossem esculpidas miniaturas de batalhas famosas ou cenas
idílicas.
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PORQUE NÃO DÓI CORTAR O CABELO?
Não dói cortar o cabelo porque o pelo tem duas partes: raiz e haste.
A raiz está dentro da pele e é parte viva do cabelo. Já a haste, que
são os fios, é composta de células mortas. Por isso, quando cortamos
o cabelo, estamos a cortar a parte morta. Agora, quando arrancamos
um pelo sentimos dor porque estamos a tirar uma raiz viva.
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INGLATERRA TEM JARDIM PARA CEGOS
Em Sunderland, cidade da Inglaterra, há
um jardim construído especialmente para os cegos. Os canteiros são cercados por
pequenos muros de 10 centímetros de altura, para guiar os passos desses
deficientes. Junto de cada planta, há uma tabuleta com os respectivos dados
escritos no alfabeto Braille.
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CALÇAS JEANS
As calças "jeans" foram criadas há 125 anos pelo imigrante bavaro
Levy Strauss para atender garimpeiros da Califórnia, que
necessitavam de roupa resistente, com muitos bolsos para carregar
ferramentas. O nome veio do tecido "denim", importado de Nimes,
França, que garimpeiros genoveses pronunciavam "jeans".
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CHRISTIAN DIOR ERA
FORMADO EM CIÊNCIAS POLITICAS
A família do estilista francês
Christian Dior, que nasceu na cidade de Grenville, cidade portuária
francesa em 21 de Janeiro de 1905, queria que o mesmo fosse
embaixador, por isso formou-se em ciências sociais.
Christian Dior foi dono de uma
galeria de artes, inaugurada em 1927 em parceira com o francês
Jacques Bonjean.
Os s eus
primeiros croquis de roupas foram desenhados para o jornal Fígaro Ilustre, que
os publicou em 1935. Participou da Segunda Guerra Mundial como soldado do corpo
de engenheiros.
A s ua primeira
colecção assinada com o seu nome foi lançada em 1947 e chamava-se Linha Corola.
Os modelos eram de saias amplas e compridas, cinturas bem marcadas e ombros
naturais. A redactora da revista Harper's Bazaar definiu o estilo na sua coluna
como um "new look" (novo visual). A expressão pegou e acabou baptizando a moda
pós-guerra proposta por Dior. O modelo símbolo do New Look era o tailleur bar,
um casaquinho de seda bege acinturado combinado com uma saia preta plissada com
comprimento até os tornozelos. Dior costumava baptizar seus vestidos com as
coisas que os inspiraram: "Bobby" (nome do seu cachorro) e "Gruau" (um amigo
ilustrador). Havia também a linha A, H e Y.
A primeira loja Dior em 1946, onde até hoje
funciona: Avenida Montaigne, 30, Paris. Morreu em 23 de Outubro de 1957 em
Montecatini (Itália), vítima de ataque do coração. Na época, a rede Dior tinha
28 ateliers e 1200 empregados. Após a morte de Dior, Yves Saint-Laurent, que
depois lançou sua própria grife, assumiu seu posto. Desde 1997, o inglês John
Galliano é quem está à frente das criações da marca.
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A HISTÓRIA DO SOUTIEN
O torturante espartilho
submeteu a mulher a quatro séculos de sacrifício em nome da beleza. Cordões bem
apertados forçavam os seios para cima e aceleravam a respiração, em numa época na
qual as mulheres se sujeitavam a problemas respiratórios, digestivos e
circulatórios para terem seios sensuais.
Neste período, os homens dominavam a indústria de langerie, e estimulavam o uso
do corpete para garantirem a "virtude de suas mulheres" e também os seus lucros.
Em 1889, Herminie Cadolle cortou a parte de cima dos incómodos espartilhos e,
assim, criou o soutien. Um modelo semelhante ao conhecido hoje, de algodão e seda,
foi desenvolvido em 1912.
Somente na década de 30 é que os diferentes tamanhos e formatos dos seios
passaram a ser considerados na hora de produzir uma peça, e começaram a ser
fabricados soutiens em tamanhos que variavam de A a D. A partir daí, o soutien ganha
novos materiais, modelos e passa a ter uma ligação com o comportamento da mulher
diante da sociedade.
Com a escassez da seda provocada pela Segunda Guerra (1939 a 1945), a indústria
têxtil precisou buscar novos materiais. Surgem as fibras sintéticas, que davam
aos soutiens elasticidade e resistência. Por 20 anos, o artigo de sustentação dos
seios sofreu várias alterações, acompanhando a anatomia dos bustos generosos das
estrelas da época.
Nos anos 50, a actriz Brigitte Bardot aparece com um minúsculo soutien meia-taça
enfeitado com rendas. Convencidas de que o soutien era o principal símbolo da
repressão sexual masculina, feministas queimam soutiens em praça pública,
incentivando as mulheres a abolirem o uso da peça. O protesto aconteceu em 58,
logo após o surgimento da lycra.
Era o início da revolução sexual dos anos 60, momento no qual as mulheres se
mostravam cada vez mais soltas. São os tempos de valorização dos seios pequenos
e de soutien mais delicados e livres de costuras.
Porém, alguns anos depois, as mulheres passam a perceber que o soutien, além de
acessório sedutor, tem a função de sustentar os seios, e o soutien volta a ser
usado. Nos anos 80 a langerie para os seios passa a ser uma grande aliada das
mulheres que aderiram à febre aeróbica. Em 1982, surgem as rendas com lycra.
Após décadas de seios camuflados, os anos 90 trazem a valorização do busto como
referência de feminilidade. Junto de novos tecidos e cores, surgem modelos para
realçar ou aumentar os seios. A ciência passa a ser mais uma ferramenta da
indústria para garantir a satisfação das mulheres com o soutien.
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O USO DE COSMÉTICOS PODERIA
ANULAR UM CASAMENTO ?
Uma lei grega do século II proibia que
as mulheres escondessem sua verdadeira aparência com maquilhagem antes do
casamento. A legislação, adoptada pelo Parlamento britânico no final do século
XVIII, permitia a anulação do casamento se a noiva estivesse de maquilhagem,
dentadura ou cabelo falso. O termo desobrigava de suas responsabilidades os
maridos, que haviam se casado com uma "máscara falsa".
"Todas as mulheres que a
partir deste acto tirarem vantagem, seduzirem ou atraírem ao matrimónio qualquer
súbdito de Sua Majestade por meio de perfumes, pinturas, cosméticos, loções,
dentes artificiais, cabelo falso, lã de Espanha, espartilhos de ferro, armação
para saias, sapatos altos ou anquilhas, ficam sujeitas à penalidade da lei que
agora entra em vigor contra a bruxaria e contravenções semelhantes e que o
casamento, se condenadas, seja anulado..."
Veja a carta publicada por
um marido "traído pela aparência de sua esposa" no jornal britânico The
Spectator, em 1711.
"Senhor, estou pensando em
largar a minha mulher e acredito que quando o senhor considerar o meu caso, a sua
opinião será a de que minhas pretensões ao divórcio são justas. Nunca um homem
foi tão apaixonado como eu pela sua fronte, pescoço e braços alvos, assim como a
cor azeviche de seus cabelos. Mas para meu espanto descobri que era tudo feito
de arte: sua pele é tão opaca com esta prática, que quando acordou de manhã, mal
parecia jovem o suficiente para ser mãe de quem levei para a cama na noite
anterior. Tomarei a liberdade de deixá-la na primeira oportunidade, à menos que
seu pai torne sua fortuna apropriada às suas verdadeiras , e não supostas,
feições..."
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