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Beneficiando da grandiosidade do Palais des Sports, o MCB foi
colocado tal como uma cidade, respeitando a sua estrutura ao mais
ínfimo pormenor, com “avenidas” a separar os diferentes aspectos e
secções do evento, sendo que os visitantes puderam usufruir de áreas
de lazer com excelente visibilidade para o recinto.

A natureza altamente profissional deste é um verdadeiro
passo em frente. Podem algumas pessoas preocuparem-se com o
facto do MCB caminhar para o elitismo. A organização no
entanto, prefere utilizar a palavra “fusão” entre os
principais actores no âmbito da profissão, o que atrai um
grande público de profissionais, empresários e artistas.
Foram 14
mostras com duração de 30 minutos, ou seja, sete horas “non-stop” de
espectáculos, 2000 lugares cheios, 50 técnicos (som, iluminação,
etc.) trabalhando incansavelmente, e 650 pessoas nas equipas
artísticas, cabeleireiros, directores artísticos, modelos, etc.)
Os temas
deste ano foram alusivos à poesia, a literatura, o eterno mistério
da “Femme Fatale”, de mulheres em geral (e homens!).
Para o ano, há mais!
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