|

Com o passar do tempo os média têm moldado as pessoas, deixando-as
sobre um mesmo padrão de vida. Os mesmos actos, as mesmas roupas, as
mesmas vontades, os mesmos caminhos... Na prática é como se
vivêssemos dentro de um anúncio da televisão. Sim, porque hoje são
eles que ditam o nosso dia a dia, dizendo o que vestir, o que comer,
o que fazer, onde ir; e absorvemos todas estas informações, mesmo
sem a menor intenção.

Quando
nos apercebemos estamos a usar aquela blusa amarela com bolinhas
azuis que determinada actriz usou para um filme ou telenovela, para
seduzir aquele actor que considera bonito, tão elegante… Mas a
verdade e que nem sequer gosta da blusa! São tudo efeitos
psicológicos produzidos por uma gigantesca máquina que se chama
Marketing.
Aqui
reside o factor “força de vontade”, ou “vontade própria”. Não
interessa o que a sociedade impõe; nós é que devemos impor as nossas
vontades, porque a moda existe para todos os estilos, e apenas
necessitamos de encontrar o melhor que se adequa a cada um de nós.
Mais, lembre-se que o que veste diz muito sobre a sua pessoa...
Seguir uma tendência só porque ela está em alta, significa negar o
seu próprio estilo, a sua personalidade, o seu eu.
Claro
que o fundamental e sentir-se bem com a sua pessoa, nem outra coisa
seria de esperar. Mas outro
factor fundamental é que quando vestir algo seja adequado a ocasião,
porque convenhamos: não pode chegar a uma festa de luxo de
sapatilhas e calças de ganga simplesmente porque se sente bem. O
mínimo de lógica.
Por
exemplo, muitas vezes queremos imitar os nossos colegas da escola ou
do emprego. Aquelas calças justas, os sapatos de salto alto
superfinos, os brincos que apesar de vistosos são fantasia… Agora
pense que pesa mais um quilo, ou tem uma unha do pé encravada, ou
ainda e alergia a bijutaria. Pois é: ficava ridícula com as calças,
iria sofrer porque o seu pé não lhe iria dar descanso, e por fim não
demoraria a ir ao dermatologista por causa das alergias. Pergunte a
si mesma: será que os meios justificam os fins? Ou terei outra
solução menos dolorosa e igualmente satisfatória?
Vamos
deixar aqui algumas ideias que consideramos ideais para nunca perder
o rumo, e de facto andar vestida como deve ser:
- Verão é sinónimo de bem-estar, leveza. Então abuse do termo com
cores, formas, leveza, atitude, curtos.
- Se e uma mulher de estatura baixa use vestidos, sandálias com leve
salto e não salto de 12 cm. Deixe isso para as passerelles porque de
certeza cai no ridículo. Pelo contrário, mulheres altas usem e
abusem das saias, vestidos curtos, tops e shirts. Nada de saltos
altos: sapatilhas ou sandálias são o ideal para a praia, e um sapato
raso para o dia a dia.
-
Cuidado: sensualidade não está no centímetro da roupa, mas sim na
elegância e bem estar.
- Maquilhagem com
cores tropicais.
-
Combinar a carteira com os sapatos é algo que já caiu em desuso.
Hoje até é chique usar sapatos com cores diferentes das carteiras.
Esta deve sim combinar com o vestido, a camisa, a blusa ou o casaco.
- Jeans. O que usar? Agora usam-se os jeans rectos, justos, com
cintura baixa mas sem exageros. Cintura baixa está proibida para as
mais gordinhas ou ainda para quem tem aquele “pneuzinho” uma vez que
fica tudo fora das calças e isso não fica nada bem.
- Os homens também têm direito a andar bem vestidos e elegantes.
Existem no mercado casacos de linho leves e frescos, e não pense que
escolher sapatos que combinem com o cinto fica chique. Preocupem-se
antes com a camisa. Esta deve transmitir energia, ter cores claras,
ser frescas, pois são as mais adequadas para esta época.
- Fato e gravata no verão para homem não são fáceis. Evite andar
todo “apertadinho”: dixe o botão do colarinho desabotoado e alargue
um pouco a gravata. Por mais incrível que pareça, elas consideram
isso… “Sexy”.
Depois
destas ideias algo tem forçosamente que ser dito: anda na moda, é
chique, elegante… Não se esqueça que
ninguém é chique sem ser civilizado. Por isso, nada de deitar papéis e
objectos na rua (inclui pontas de cigarros), desrespeitar idosos,
enfim, querer ser o senhor absoluto do mundo.
Bem, esperamos que
com estas ideias possa andar e agir elegantemente.
Até á próxima!
|